História da técnicas e tecnologias

História das técnicas e tecnologias Conceito de Técnica – “Modo de fazer de forma mais hábil, mais seguro, mais perfe ta algum tipo de atividade, arte ou ofício”. (Galliano, 1979, p. 6). Uma técnica não se converte em uma ferramenta até que a saiba manejar e lhe aplicar a criatividade, a imaginação e o saber. A M. ougud (1981) Para que possamos compreender a influência que as técnicas e tecnologias têm sobr nais precisamos “mergulhar” na histó os primórdios até PACE 1 orfi os das atuais. o view nut*ge não construía casas O homem primitivo para morar. Vivia, m iOS da sua xistência, com exceção de algumas clav culas e pedaços de crânio. Ele provavelmente descendia de outro primata desconhecido que aprendera a andar sobre as patas traseiras e usava as dianteiras como mãos. O homem primitivo não conhecia o significado do tempo. Mas, de modo geral, acompanhava a sucessão das estações. Algo estranho estava acontecendo com o clima. Os dias quentes do verão demoravam a chegar.

Os frutos não amadureciam. Os cumes das montanhas, antigamente cobertos de relva, achavam- se agora ocultos debaixo de uma grossa camada de neve. A cada passo, os dias ficavam mais curtos e as noites mais frias do que everiam ser. Então, começou a nevar. Antes de mais nada, era necessário que o homem se vestisse para não congelar. Capturava ursos e hienas, que então matava por apedreja apedrejamento e cujas peles fazia casacos para si e sua família. Depois vinha o problema do abrigo, que foi fácil de resolver.

O homem fazia semelhante aos animais, abrigando-se em tocas quentes. Mesmo assim, o clima era demasiado severo para a maioria das pessoas. Então um “gênio” concebeu o uso do fogo. Certa vez, em meio a uma caçada, ele ficara preso no meio de um incêndio florestal. Até então, o fogo fora um inimigo; agora se tornava amigo. Uma árvore morta foi arrastada para dentro da caverna e incendiada com um tição trazido da floresta. Com isso, a caverna se tornou um salão aconchegante. A descoberta do fogo foi muito importante do período paleolítico.

Onde o homem primltivo inicialmente observou esse fogo surgindo espontaneamente, aos poucos perderam o medo dele e começaram primeiramente utilizá lo de vez em quando e de maneira desorganizada, como fonte de iluminação e aquecimento. Para isto foi necessário descobrir como mantê-lo aceso, isto também resultou provavelmente da obsewaçao de que brasas resultantes da queima natural de madeira podiam ser ealizadas pela ação do vento, ou pelo sopro, fazendo a chama reaparecer.

A etapa seguinte era fazer produzir o fogo, talvez novamente pela observação eles notaram que o fogo aumentava pelo aquecimento de galhos ou folhas secas, isto indicou que a chama poderia ser iniciada com temperaturas elevadas. Desta forma, a descoberta de que o atrito entre dois pedaços de madeira seca aumentava a temperatura e produzia a chama, que podia ser ativada pelo sopro. O homem primitivo temperatura e produzia a chama, que podia ser ativada pelo sopro. O homem primitivo através da observação também ncontrou outra maneira de produzir fogo.

Observando que o choque produzido entre duas pedras produzia faíscas e que se colocassem folhas e galhos secos próximos dessas faíscas conseguiam fogo. Depois que o homem descobriu sua utilidade e como acendê-lo, passou a assar a carne e a cozinhar vegetais e junto ao fogo se reuniam, descansavam e se protegiam do frio e dos ataques de animais ferozes. Podemos perceber que os nossos antepassados remotos, que viviam na erma vastidão do continente europeu, aprenderam rapidamente muitas coisas novas.

Podemos afirmar com segurança que, no decorrer do tempo, eles certamente teriam eixado de lado o modo de vida selvagem – com o domínio da técnica – e desenvolvido uma civilização própria. Foi no fabrico de instrumentos que o Homem se distinguiu definitivamente dos animais, porque, do mais simples ao mais complexo, o fabrico de instrumentos implicava a previsão de uma necessidade de que só o Homem era capaz. Esta capacidade estava, naturalmente, ligada com as suas primeiras atividades que eram a colheita de vegetais, a caça, a pesca e também certas manifestações decoratlvas e artisticas.

Os primelros Instrumentos eram pequenos seixos de pedra quebrados de forma a ficarem om uma face com arestas cortantes. Este tipo de instrumentos, chamados bifaces, eram utensílios que, apesar de simples, exigiam uma técnica cuja aprendizagem e evolução levaram milênios. Outro passo importante no fa PAGF3rl(F6 Outro passo importante no fabrico de instrumentos foi quando o homem passou a aproveitar as lascas que eram libertas da pedra que servia de núcleo central no momento em que era batida.

Estas lascas ganharam uma importância muito grande para o Homem do Paleolítico já que eram aproveitadas para o fabrico de inúmeros pequenas utensílios como raspadores, pontas de seta, lâminas e buris. Para além da pedra eram também trabalhados a madeira e o osso, o chifre e o marfim. Este tipo de objeto era utilizado para adorno pessoal. O conhecimento compreendido como produção histórica próprio das relações sociais, sistematizado e entendido como processo sócio-cultural, oferece uma concepção de que as tecnologias são sínteses produzidas nos diferentes momentos históricos da sociedade.

O conhecimento é um bem social – patrimônio cultural coletivo da humanidade – o homem se humaniza a partir da apropriação destes saberes que se dá através das dlferentes Ilnguagens, que ão formas simbólicas de mediação materializadas nas interações sócio-culturais. A linguagem a que nos referimos, constitui-se como instrumento mediador em um processo histórico-cultural, tendo como função a organização do pensamento e a formação da consciência. Nesta perspectiva, Vygotsky (1984) afirma que a palavra é os microcosmos da consciência.

A tecnologia entendida como uma das linguagens a que o homem se utiliza enquanto comunicação é também uma construção social a qual se realiza e se amplia histor PAGF utiliza enquanto comunicação é também uma construção social qual se realiza e se amplia historicamente, servindo para a transformação das relações sócio-econômicas e culturais. Segundo Marx, “a tecnologia revela o modo de proceder do homem com a natureza, o processo imediato de produção de sua vida material e assim elucida as condições de sua vida social e as concepções mentais que dela decorrem” (Marx, apud Ruy Gama, 1987, p. 08). As produções tecnológicas que antecedem a Revolução Industrial, partindo da pré-história, onde o homem inventou os prmeiros instrumentos, eram empíricas – surgiram da prática cotidiana – relativamente simples. A maioria das pessoas detinha o conhecimento que estava incorporado a elas, pois as mesmas baseavam-se em conhecimentos, habilidades e matérias primas locais uma vez que o contato e a comunicação entre diferentes culturas quando existiam, eram precárias.

A expansão das atividades de navegação e comércio, em especial a partir do século XV, o movimento de formação dos estados nacionais europeu, a reforma rellgiosa, o iluminismo, o renascimento, são fenômenos que vão criar condições materiais para a Revolução Industrial. Esta conjuntura acarretou para parte da Europa, expandindo-se ara todo o ocidente, uma mudança conceitual de homem, relações sociais e de trabalho, que determinaram uma nova forma de pensar a educação. A reorganização da produção agora no capitalismo transfere a base da economia centralizada na produção rural para a urbana industrial.

Esta base matenal cria novas rela economia centralizada na produção rural para a urbana industrial. Esta base material cria novas relações sociais consolidando o ideário liberal. O crescente aproveitamento dos conhecimentos científicos aplicados para produzir máqulnas, como por exemplo, máquina a vapor, contribuiu de forma significativa para o primeiro momento da industrialização. Daquele período aos dias atuais, o desenvolvimento do conhecimento científico tem contribu[do para colocar em novas bases o modo de pensar e produzir inovações tecnológicas.

Nesse sentido faz-se necessário refletir sobre as formas de ensinar e sobre a produção de materiais para uma educação comprometida com a superação das desgualdades, conflitos e contradições postas na sociedade, sem perder de vista a diversidade cultural. por isso, é importante o aprofundamento as discussões sobre mudanças significativas, produzidas nas relações sociais, em cima das quais os indivíduos constroem sua subjetividade, sua capacidade de organização e entendimento destas relações, sua visão de mundo e sua cidadania.

Bibliografia: http://www. cceseb. ipbeja. pt/1001ideias/aladino/l ciclo/ area _de_projecto/viagem/index. html http://wwm. fontedosaber. com/historia/pre-historia. html VAN LOON, Hendrik Willem. A história da humanidade: a história clássica de todas as eras para todas as eras, atualizada em nova versão para o século XXI. São Paulo, SP: Martins Fontes, 2004. 655p ISBN 8533619693

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