Colapso da ex urss

[pic] [pic] Bancos vão pedir mais garantias nos empréstimos para reduzir o spread 09 de abril de 2012 22h 45 Instituições financeiras apresentarão ao governo mais de 20 sugestões para cobrar menos dos clientes Fernando Nakagawa, da Agência Estado BRASÍLIA – Bancos apresentarão nesta terça feira, IO, ao Ministério da Fazend 20 sugestões s empréstimos, para tentar diminuir ma ar 2 o chamado spread. N Sv. ipe to view e a segurança jurídica dos financia o argumenta que, quanto mais seguro atrasadas, menor será o juro cobrado dos clientes.

A apresentação das propostas será feita menos de duas semanas depois de o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ter cobrado juro menor e mais crédito aos presidentes das cinco maiores instituições: Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander. A apresentação de hoje ocorre sob pressão crescente: a presidente Dilma Rousseff reclamou que os spreads são ‘tecnicamente de difícil explicação no Brasil” e o Banco Central estuda criar um ranking para divulgar a margem cobrada por cada banco. Como resposta a essa pressão, bancos costuraram uma proposta astante técnica.

O Estado apurou que o assunto dominante no documento é jurídico. Na avaliação do sistema financeiro, é um automóvel ou uma geladeira financiada em caso de calote. Por isso, o setor financeiro pede mais “segurança jurídica” e mais “velocidade processual” na execução de dívidas em aberto. Bancos argumentam que, com o avanço nesses temas, as perdas por inadimplência vão diminuir e, assim, será possível cobrar menos dos clientes. A proposta dos bancos também dá destaque para a possibilidade de reduzir o juro com o aumento das garantias nos empréstimos.

Uma das ideias é atrelar operações a ativos, como cotas de fundo de pensão ou imóveis. Oferecer mais garantias para cobrir prejuízo em caso de calote, dizem os bancos, aumenta a segurança da operação e, assim, spreads e juros poderiam cair. Temas de reclamação tradicional do setor financeiro também fazem parte da lista, como o custo dos impostos e dos depósitos compulsórios – que é a parte do dinheiro dos clientes que fica retida no BC. A reunião será no Ministério da Fazenda com o secretário executivo, Nelson Barbosa.

O secretário executivo adjunto, Dyogo de Oliveira, foi escolhido por Mantega e Barbosa para coordenar os trabalhos. Na lista de convidados, além dos cinco maiores bancos, também estão instituições como o Citibank, HSBC, Banco Votorantim, Sofisa, Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). Pelo caráter mais técnico e operacional, os presidentes dos bancos não devem estar presentes. participam da reunião especialistas dos departamentos econômico, jurídico e de produto dos bancos. •

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