Saúde coletiva

Bonde Piedade – 1950 – (bairro além de Engenho de Dentro) sempre lotado de “pingentes” nos estribos. EPI + DEMOS + LOGOS Cl SOBRE, povo, ESTUDO ACIMA CIÊNCIA DO QUE SE to view nut*ge CIÊNCIA BÁSICA: SA n PROCESSO SAUDE- DETERMINANTES Epidemiologia Conceito “é o estudo da ocorrência e distribuição dos estados ou eventos relacionados à saúde em populações especificas, incluindo o estudo dos determinantes que influenciam nesses estados e a aplicação desse conhecimento para o controle dos problemas de 2008) OBJETIVOS C] Descrever a distribuição e a magnitude dos problemas de saúde as populações humanas.

C] Proporcionar dados essenciais para o planejamento, execução e avaliação das ações de promoção, curricular dos estudantes, capacitando-os para este tipo de atuação INFLUENCIA DAS CARACTERISTICAS DA SOCIEDADE BRASILEIRA SOBRE A ÁREA DE ODONTOLOGIA Cl Expansão forçada da oferta de dentistas; Acesso inviável as clínicas particulares para pelos menos 67% as população; Organização profissional voltada para a prática privada e curativa; C] Elevada produção de açúcar desde o início do sec.

XVI A ingestão de açúcar no Brasil é de 51,1 Kg/ano per-cap’ta PERSPECTIVA HISTORICA A Evolução da Epidemiologia até o Século XIX Cl HIPÓCTARES – Médico grego que viveu há cerca de 2. 500 anos, dominou o pensamento médico de sua época e dos séculos seguintes . As doenças para ele, eram produto da relação complexa entre constituição do indivíduo e o ambiente que o cerca. Foi considerado, por muitos o pai da epidemiologia, ou o prmeiro epidemiologista.

A palavra epidemia foi utillzada por ele. Os primeiros pesquisadores que influenciaram a epidemiologia moderna foram: PIERRE LOUIS – estatística em pesquisa clinica LOUIS VILLERMÉ eterminantes sociais da doença LOUIS PASTEUR – microscopia WILLIAM FARR – estatística na mortalidade JOHN SNOW trabalhos de campo para elucidação da epidemia de cólera. Segunda Metade do Século XX Cl Grande desenvolvimento da e idemiologia após a 2 Guerra mundial (1939-45).

Houve erfil de doenças PAGF70F11 fatores de risco; – avaliação da utilidade e da segurança das intervenções propostas para alterar a incidência ou a evolução da doença através de estudos controlados. A avaliação dos procedimentos preventivos e curativos através de estudos populacionais controlados , teve maior esforço na literatura. Situaçao Atual – Rigor metodológico. Pesquisas etiológicas são analisadas não só os fatores físicos e biológicos, mas também em número crescente os fatores psicossoclais.

Nas décadas de 1950 e 1970, John Cassel tornou- se um dos grandes nomes da epidemiologia moderna, discutindo o envolvimento do cultural e do social no adoecer humano e publicando trabalhos onde investigava a contribuição das ciências sociais para a epidemiologia(1g64), o processo psicossocial e o estresse, e a influência do meio social na resistência do hospedeiro. Aplicações de Epidemiologia

C] Nível Coletivo – as decisões são tomadas pelos planejadores de saúde, a partir das evidências proporcionadas pela epidemiologia no sentido de implementar novas intervenções, reorientar as existentes ou manter as mesmas estratégias em curso. Nível Individual – Fundamentar cientificamente condutas (diagnóstico clínico, solicitação de exames, prescrição de vacinas, drogas e regimes alimentares). Métodos de Investigação PAGF30F11 Estudos descritivos Informam sobre a frequência e a distribuição de um evento.

Tem por objetivo descrever “epidemiológicamente” os dados colhidos na população. Estudos Analíticos Tem por objetivo investigar em profundidade a associação entre dois eventos, no intuito de estabelecer explicações para uma eventual relação observada entre eles. Estudos Experimentais É possível, ao investigador, produzir uma situação artificial para pesquisar o seu tema, o que caracteriza os estudos experimentais, por vezes ditos de “intervenção”. Estudos não-Experimentais Eles referem-se à pesquisa de situações que ocorrem naturalmente.

Neles, o pesquisador apenas observa as pessoas ou grupos e compara as suas características. São largamente majoritários na área de saúde. Outras Classificações Há muitos outros critérios de classificação de métodos de estudo, o que resulta em uma terminologia diversificada. Cabe citar,como ilustração, as investigações longitudinais e transversais, as prospectivas e as retrospectivas, os estudos controlados e os não-controlados, e os de coorte e de caso-controle. PREVALÊNCIA Quantidade de doença ou doentes existentes em um dado momento em uma população específica.

INCIDÊNCIA Corresponde ao incremento na quantidade de doentes ou doença em um intervalo específico de tempo em uma mesma populaçao. tempo Y-X = incidência X Y A medida de Saúde Coletiva – Indicadores em Saúde O estudo sobre a situação ndições de vida das PAGFd0F11 influenciam mutuamente e propõe alguns indicadores. A OPAS preconiza a melhoria das condições de saúde para dinamizar o processo de desenvolvimento, recomendando a mensuração destas condições, através de indlcadores de saúde e bem-estar.

PRINCIPAIS MODALIDADES DE INDICADORES DE SAÚDE Mortalidade/ Sobrevivência C] Morbidade/Gravidade/ Incapacidade funcional C] Nutrição/Crescimento e desenvolvimento Aspectos demográficos 0 Condições socioeconômicas C] Saúde ambiental C] Serviços de Saúde ?NDICE “É um valor numérico que descreve a situação relativa (de saúde) de uma determinada população por meio de uma escala graduada com limites superior e inferior definidos, permitindo comparações com outras populações classificadas pelos mesmos métodos e critérios. Pode medir apenas a ocorrência de um problema ou estabelecer o seu grau de severidade. CONCEITOS BÁSICOS Cl Instrumento metodológico utilizado para medlr a extensão de problema C] Levantamentos odontológicos, também chamados de inquéritos ou estudos seccionais, são estudos do tipo transversal, ujo objetivo é coletar informações referentes a um determinado problema em uma população, podendo ainda abordar aspectos referentes a fatores de risco, uso de serviços, medicamentos, conhecimentos, atitudes e práticas relacionadas com a saude.

Cl Chaves classifica os levantamentos em: a)Epidemiológlco, b)lnvestigação (prevalência e incidência) e, c)planejamento e avaliação de programas NORMAS OPERACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE LEVANTAMENTOS EM ODONTOLOGIA amostra Contato com as autoridades e autorização para pesquisa em humanos C] Processo de treinamento C] Processo de alibração confiabilidade dos dados C] Cálculo de Kappa CALIBRAÇÃO O processo de calibração é aquele por meio do qual se busca treinar examinadores ou observadores a fim de assegurar a uniformização na interpretação, compreensão e aplicação dos critérios de exame, e , deste modo, minimizar as varias intra e interexaminadores. (Pereira. 2003) [NDICES: CPOD CÁLCULO DO CPOD n cpo Individual – – Edentes permanentes C EXEMPLO: 2 cariados, 2 obturados C] CPO Individual – -2+2-4 Ceo – dentes deciduos CPOD CPOD vem sendo largamente utilizado em levantamentos epidemiológicos de saúde bucal. C] É um índice recomendado pela Organização Mundial C] da Saúde (OMS) para medir e comparar a experiência de cárie dentária em populaçóes, seu valor expressa a média de dentes cariados, perdidos e obturados em um grupo de indivíduos. É o índice mais usado em odontologia.

Mede o ataque de cárie dentária à dentição permanente (Índice de Estética Dental) e índice de Má-oclusão (OMS-1987) FLUOROSE – DEAN modificado ( OVIS) EDENTULISMO – uso e necessidade de prótese CÁRIE CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO Cl HÍGIDO (H) C] CICICICI inexiste evidência de cárie tratada ou não. ente é considerado sadio mesmo quando: apresentar estágio inicial da doença (MBA) descolaração ou manchas rugosas não amolecidas fóssulas e fissuras do esmalte manchadas que não apresentam slnals visuais de escavação, ou amolecimento da base ou das paredes áreas de esmalte escuras, brilhantes, manchadas, em um dente com fluorose moderada ou severa; lesões que, pela distribuição ou história, ou exame visual, parecem ser devidas a abrasão CARIADO (C) quando uma lesão em fóssula, fissura ou em superfície lisa (vest. lingual) apresentar uma cavidade inquestionável, base ou parede molecida detectável, restauração temporária (curativo). Cl OBS. : em caso de dúvida, codificar como SADIO. RESTAURADO E CARIADO (OC) Cl Quando uma ou mais restaurações definitivas estiverem presentes e ao mesmo tempo uma ou mais áreas cariadas. Não há distinção entre cáries primárias e secundárias, ou seja, se estão ou não em associação física com a restauração. RESTAURADO SEM CÁRIE (O) Com presença de restaurações, inexistindo cárie primária ou recorrente em qualquer ponto da cora dentária. C] Dente com coroa colocada por motivo de cárie PERDIDO inexista dente decíduo no espaço livre. OBS. nao inclui dentes perdidos por trauma e por razões congênitas. TRAUMA (T) C] Quando uma ou mais superfícies foram perdidas como resultado de trauma e não há evidência de cárie. EXCLUÍDO (E) C] Para dentes permanentes erupcionados que não podem ser examinados por qualquer razão (dentes com bandas ortodônticas, hipoplasia severa, etc) OBSERVAÇÕES C] Um dente é considerado presente na boca quando qualquer de suas partes é visível ou pode ser tocada com o explorador sem que seja preciso afastar tecidos moles. Se um dente permanente e um decíduo ocupam o mesmo espaço, anota-se apenas o permanente. Nota: Todas as lesões questionáveis devem ser codificadas como dente hígido.

QUADRO-RESUMO DOS CODIGOS PARA CARIE DENTARIA CODIGO H C OC o p XA CONDIÇÃO/ESTADO HÍGIDO CARIADO RESTAURADO MAS COM CÁRIE RESTAURADO E SEM CÁRIE PERDIDO DEVIDO À CÁRIE PERDIDO POR OUTRAS RAZÕES EXCLUíDO NÃO ERUPCIONADO TRAUMA (FRATURA) DOENÇA PERIODONTAL índice Periodontal comunitário ( CPI) Utiliza-se a sonda CPI, a boca é dividida em sextantes . A presença de 2 ou mais dentes no sextante é pré requisito ao exame. Dentes índices- Até os 19 anos: e 46 Vinte anos ou mais: e 47 [ndice de alterações gengivais AG) populacionais e não há intenção de descrever a situação de indivíduos considerados isoladamente. C] É basicamente um complemento do CP’.

Os mesmos sextante e dentes índices são considerados. C] Deve ser utillzado somente para as falxas etárias de 35 a 44 anos e 65 a 74 anos. Fluorose Dentária Cl Códigos e Critérios – são os seguintes: Cl O – Normal. O esmalte apresenta translucidez usual com estrutura semi-vitriforme. A superfície é lisa, polida, cor creme – Questionável. O esmalte revela pequena diferença clara. C em relação à translucidez normal, com ocasionais manchas sbranquiçadas. Usar este código quando a classificação “normal” não se justifica. Cl 2 – Muito leve. Áreas esbranquiçadas, opacas, pequenas manchas espalhadas irregularmente pelo dente, mas envolvendo não mais que 25% da superfície.

Inclui opacidades claras com Imm a 2 mm na ponta das cúspides de molares (picos nevados) C] 3 – Leve. A opacidade é mais extensa, mas não envolve mais que 50% da C] 4 – Moderada. Todo o esmalte dentário está afetado e as superfícies sujeitas à atrição mostram-se desgastadas. Há manchas castanhas ou amareladas frequentemente desfigurantes. Severa. A hipoplasia está generalizada e a própria forma do dente pode ser afetada. O sinal mais evidente é a presença de depressões no esmalte, que parece corroído. Manchas castanhas generalizadas. 9 – Sem informação. Quando, por alguma razão (próteses, p. ex. ), um indivíduo não puder ser avaliado quanto à fluorose dentária.

Utilizar este código também nas situações em que o exame não estiver indicado (65 a 74 anos, Principais características dos 4 levantamentos epidemiológicos realizados no Brasil PAGF40F11 do País -Crescimento e amadurecimento do Movimento Sanitário VII Conferência Nacional de Saúde – Divisão Nacional de Saúde Bucal 1996-10 mandato de FHC -Democracia consolidada -Avanço na implantação de uma vertente econômica neoliberal -Saúde bucal como área tecnica 2003 -Início do projeto no 20 mandado de FHC e conclusão no início do governo Lula -pouca mudança na política macroeconônça -Política de S. a. priorizada -Rearticulação da Coordenação Nac. S. g – III Conf. Nac. S.

Bucal 201 0 -Mudança na politica macroeconô mica Implantação de uma Política Nacional de Saúde Bucal Cenário epidemiológico 986 -Alta prevalência e severidade de cárie em escolares – Alto índice de edentulismo em adultos e idosos -Desigualdades regionais no perfil epidemiológico 1996 -Tendência de queda na cárie de escolares -Persistência de desigualdades regionais 2003 -Confirmação na tendência de declínio na cárie de escolares -Persistência de grandes desigualdades regionais – Quadro de edentulismo ainda alarmantes – Surgimento de outras necessidades, como oclusopatias 2010 -A proporção de crianças livres de cáries aos 12 anos cresce de 31 para 44% -Apesar da persistencia das desigualdades regionais, houve melhona nos ?ndices de cárie em todas as regiões -Aumenta o acesso da população adulta ao tratamento de cárie – Melhora no quadro de edentulismo Características metodológicas 1986 -Delineamento amostral probabilístico com representatividade em nível macrorregional -Avaliação de cárie dentária, doença periodontal e edentulismo -Zona urbana de 16 capitais – Grupos etános de escolares a idosos 1996 – Modelo amostral nãoprobabilístico -Avaliação somente de cárie em escolares de 6 a 12 anos -Zona urbana de 27 capitais de Distrito Federal 2003 -Delineamento amostral probabilístico com representatividade em nível macrorre

Leave a Reply:

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *