Revolução industrial (unip)

UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO – ICSC CIÊNCIAS ECONÔMICAS CAMPUS MAGALHÃES TEIXEIRA Revolução industrial 1760 ng org to view nut*ge Nome: Edson marcos Cavalli Junlor R. A: b281jf-5 Nome: Marcos Gabriel Gomes dos santos R. A: b230bc-7 Nome: Gustavo Henrique Freitas Novaes R. A: b201ch-5 Nome: Claudio Francisco dos santos R. A: b3790a-3 inglesa 6 Consequências da Revolução Industrial……… Conclusão….

Bibliografia Introdução Este trabalho tem como objetivo demonstrar o que foi a Revolução Industrial e suas profundas transformações conômico-sociais que se iniciou principalmente na Inglaterra, em meados do século XVIII. Essa Revolução representou a passagem da manufatura à indústria mecânica. Isso trouxe consequências porque se antes eram necessárias várias pessoas para realizar um trabalho, com as máquinas havia necessidade de poucas. Assim, o artesão transformou-se de patrão a empregado porque não possuía os meios de produção, as máquinas. Empobreceram devido ao baixo salário e até mesmo devido ao desemprego.

Vamos mostrar por que a Inglaterra foi a pioneira na organização das fábricas, bem como de onde vinha o dinheiro para investir as máquinas. Demonstraremos ainda, as péssimas condições de vida dos trabalhadores, da jornada de trabalho característica a passagem da manufatura à indústria mecânica. E a introdução das máquinas fabris que multiplicam o rendimento do trabalho e aumenta a escala da produção. A revolução industrial foi adiantada cerca de 50 anos em comparação ao continente europeu o que permitiu que saísse na frente na expansão colonial.

Algumas das principais características da sociedade industrial eram: a organização das mais diversas atividades humanas pelo capital; a predominância da industria na tividade econômica e o crescimento da urbanização. O processo de criação das sociedades industriais pode ser dividido em duas fases, o primeiro com duração de 1760 a 1860 e a segunda iniciada por volta de 1860. Como conseqüências da revolução surgiram novas formas de energia, a eletricidade e vários combustíveis derivados do petróleo. PiC] A evolução nos equipamentos produtivos foi indispensável durante a Segunda Revolução Industrial Fatores da Primeira Revolução Industrial Revolução Comercial A primeira etapa da industrialização foi iniciada pela Revolução Comercial, realizada entre os séculos XV e XVIII, principalmente em alguns países da Europa centro-ocidental. Para esses países, a expansão do comércio internacional trouxe um grande aumento das riquezas, permitindo a acumulação de capitais capazes de financiar o progresso técnico e alto custo da instalação de indústrias.

A burguesia européia, fortalecida com o desenvolvimento dos seus negócios, começou a pelo aperfeiçoamento europeus começaram a executar em escala planetária, o que levou a radical alteração nas formas de produzir de alguns países da Europa ocidental. O aumento da divisão do trabalho Com a expansão do comércio, o trabalho artesanal, realizado com ferramentas, típico das corporações de oficio, foi sendo substituídas por um trabalho mais dividido, que fossem utilizadas máquinas numa escala crescente.

A utilização de máquinas Muito cedo se verificou que maior produtividade e maiores lucros para os empresários poderiam ser obtidos acrescentando-se ao trabalho, dividido o emprego de máquinas em larga escala. A sociedade industrial caracterizou-se fundamentalmente pela utilização sistemática de maquinário na produção e no transporte e mercadorias. A exigência de produzir mais, com o aumento das trocas, praticamente “forçou” o progresso técnico, que passou a constituir um dos traços mais significativos do moderno e contemporâneo.

Principais setores industriais e inventos • Os principais setores industriais da Revolução Industrial Inglesa (ou primeira Revolução Industrial) foram o têxtil (decorrente da criação do tear mecânico e das máquinas de fiação, bem como da elevada produção de algodão inglesa) e o metalúrgico, com intenso uso do ferro e do carvão. Além disso, a Revolução Industrial Inglesa foi marcada pela invenção da máquina a vapor, aplicada tanto na indústria quanto na inovação do sistema de transportes, com as locomotivas e o barco a vapor.

Revolução Industrial na Inglaterra A primeira fase da revolução industrial (1760-1860) acontece na Inglaterra. O pioneirismo se deve a variados fatores, como o acúmulo de capital e as grandes reservas de carvão do país. Com seu amplo poderio naval, abre mercados na África, india e nas Américas para exporta seu amplo poderio naval, abre mercados na África, índia e nas Américas para exportar seus variados produtos industrializados importar matérias-primas para seus produtos. Ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII, houve um enorme acúmulo de capitais em mãos de pequenos grupos.

Esses capitais provinham do comércio colonial, do contrabando, do tráfico de escravos, de transações com outros países. Esses capitais eram também acumulados através de operações no setor da produção agrícola. Esses capitais não eram atingidos pelos altos tributos, pois desde o século WII tinham a disposição uma empresa bancária sólida o grande Banco da Inglaterra, onde inclusive poderiam ser depositados com amplas garantias, sem se esquecer a ossibilidade de obtenção de créditos para o futuro.

Os setores empresariais tinham a sua disposição uma mão- de-obra numerosa e dependente. Essa mão-de-obra crescia rapidamente em função do grande aumento demográfico causado pela diminuição do índice de mortalidade e manutenção de alto índice de natalidade, do êxodo rural provocado pelos “enclosures” (Cercamentos) foi um fenômeno ocorrido na Inglaterra desde o século XVII, considerado como uma das maiores revoluções do mundo Revolução Industrial.

Que criavam numerosos indivíduos sem emprego, e pela falência das orporações de ofício, o que, posteriormente, foi ampliado com o declínio das manufaturas. A mecanização levou a um aumentando da produção e dos lucros, o que permitiu que as indústrias se expandissem, embora alguns determinados setores da produção industrial conhecessem progressos mais rápidos do que em outros setores.

Na área referente ao transportes, existem duas invenções que foram de estrema importância: o navio a vapor, construído por Robert Futon (1807), e a locomotiva a vapor, estrema importância: o navio a vapor, construído por Robert Fulton (1807), e a locomotiva a vapor, idealizada por George Stephenson (1 814). Fatores da Revolução inglesa Acúmulo de capital – Depois da Revolução Gloriosa a burguesia inglesa tornou-se mais forte o que permitiu que o país tivesse a mais importante zona livre de comércio da Europa.

Permitindo o acúmulo de capitais e a expansão do comércio em escala mundial. Crescimento populacional – Os avanços da medicina preventiva e sanitária e o controle das epidemias favorecem o crescimento demográfico. Assim aumentando o numero de trabalhadores disponlVeis para o trabalho nas indústrias. Reservas de carvão – Além de possuir grandes resewas de arvão, as jazidas inglesas estão situadas perto de portos importantes, o que facilitava o transporte e também a instalação de industrias que tinham como base o carvão.

Os países europeus usam madeira e can,’áo vegetal como suas principais fontes de combustiVel. Que eram transportados pelos Oito mil quilômetros de ferrovias que já existiam em 1848. Situação geográfica – A localização da Inglaterra, na parte ocidental da Europa, facilitava multo os acessos às mais importantes e valiosas rotas de comércio internacional o que acaba por permitir conquistar dos mercados ultramarinos. O cabava por ser facilitado ainda mais pelo grande numero de portos e pelo intenso comercio.

Expansão Industrial A segunda fase da revolução industrial (de 1860 a 1900) é caracterizada pela disseminação dos princípios de industrialização na França, Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda, Estados Unidos e Japão. Isso aumentou a concorrência e também fez crescer a indústria de bens de produção. Primeiro automóvel a gasolina industrializado. Nessa fase as principais mudanças no processo pr PAGFsrl(Fq principais mudanças no processo produtivo são a utilização de novas formas de energia.

Nesta fase formaram-se também empresas gigantescas com grande capacidade de produção, algumas das quais deram origem às conhecidas multinacionais do século XX. Conseqüências da Revolução Industrial Empresários e proletários O novo sistema industrial criou duas novas classes sociais. Os empresários (capitalistas) são aqueles que detêm os capitais, prédios, máquinas, matérias-primas e bens produzidos pelo trabalho e Os operários, proletários ou trabalhadores assalariados, possuem somente sua força de trabalho e a vendem aos empresários para produzir mercadorias em troca de salários.

O Progresso do Século” refere-se ironicamente ao empresário que está de costas para o processo, ignorando as condições de trabalho, a contar seus lucros. Exploração do trabalho No início da revolução os empresários impõem duras condições de trabalho aos operários. A disciplina é rigorosa, mas as condições de trabalho nem sempre oferecem segurança, a jornada ultrapassa 15 horas por dia, os descansos e férias não são cumpridos e as mulheres e crianças nao tem tratamento mais adequado ou diferenciado na jornada de trabalho.

Sindicalismo Resultado de um longo e grande processo em que os rabalhadores conquistaram aos poucos o direito de associação. Os primeiros centros de ajuda e de formação profissional para operários foram criados na Inglaterra no ano de 1824. Em 1833 os trabalhadores ingleses organizam os sindicatos (tradeunions), para que possam obter melhores condições de trabalho e de vida para todos.

Outras conseqüências: PAGFarl(Fq consequências: – Consolidação do capitalismo – Surgimento da burguesia e proletariado propriamente ditos – Aumento do poder econômico e político da burguesia – Criação posterior do socialismo pelo proletariado Aceleração do progresso econômico Aceleração do progresso tecnológico – Aceleração da produção – Aumento do volume de produção – Aumento da concorrência Conclusão A Revolução Industrial na Inglaterra pode ser verificada sob vários pontos de vista: A primeira é sob a ótica da significância para o momento vivido na época, uma vez que dado os procedimentos rústicos da manufatura imposta a produtividade era baixíssima e com diversas perdas econômicas. Com o surgimento da indústria mecânica, bem como a projeção das máquinas fabris o rendimento do trabalho que era inferior ornou-se espetacularmente diferenciado.

Outro ponto a ser destacado é a presença marcante da indústria na atividade econômica e o aumento dos centros urbanos, a chegada das diferentes formas de energia no mercado, inclusive combustíveis derivados do petróleo. Tanto os fatores da primeira quanto da segunda revolução industrial trazem aspectos positivos para transformar o mundo no que de fato atualmente é, pois foram através destas mudanças adquiridas entre os séculos W e WIII, principalmente em relação ao mercado de trabalho e suas formaturas que ao undo foi possível conhecerem uma forma de administrar a empresa e seus diversos setores e assim possibilitando a elas progressos mais dinâmicos e rápidos.

Não podemos esquece e na época da revolução PAGF8tFq das empresas a não ser trabalharem mais de catorze horas por dia para receberem um salário medíocre, nesse ponto a revolução não é nada positiva, mas sim a vilã mais cruel e inoportuna para as classes mais pobres que dependiam da força do trabalho para girar a nova economia. O que pode ser concluído com esse trabalho além da máxima otificação da historia com as suas mudanças, é o proveito de que se tira ao conhecer os diversos momentos em que o mundo e a civilização passaram até chegarem à historicidade de hoje. Vale a pena destacar que foram com as diversas revoluções que o trabalhador assalariado colecionou vitorias com as lutas das classes proletárias que sempre reivindicaram o direito do cidadão. ? imprescindível não esquecer que através dessas mudanças as menções de novas tecnologias foram observadas, pois eram voltadas para a produção de bens e consumo e ainda nos dias atuais seguem a mesma intensidade. O fato é que todas as novas possibilidades de mudanças podem ser vistas como sendo malfeitoras ou benfeitoras ao sistema, mas o sentimento que a sociedade e as organizações aprenderam em demasia com esse ocorrido é o que mais nos impulsiona a não desistir, pois são as mudanças que nos motivam, a cada dia mais, reinventar a historia. Monografia Brasil escola. (2010). Revolução Industrial na Inglaterra. Disponível em: . Acesso em: 24/03/2012 Adriene Pereira de Araújo. (2006). Revolução Industrial na Inglaterra. Disponível em: Acesso em: 23/03/2012. PAGFgrl(Fq

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