Desenvolvimento econômico local

Comunicação e tecnologia É de conhecimento público que a tecnologia encurtou distâncias e mudou nossa percepção do tempo. Você pode estudar de bermuda, na varanda da sua casa, acessando a Internet com o laptop no colo, se o tempo estiver bom, ou imprimir algumas páginas da Internet e ler no ônibus, a caminho do trabalho.

Podemos interagir com programas de TV, escolher nossa programação pelo celular, acompanhar em tempo real o que se passa do outro lado do mundo ou nos comunicamos desconhecidos instantaneamente co numa rede de relacio me orlo A tecnologla não tc view os recursos para tornar a comuni formações mais ssoas_ Devemos acessuels a um num lembrar, porém, que os processos de comunicação estão ligados a contextos culturais, históricos e sociais. Elementos da comunicação As pessoas envolvidas no processo de comunicação denominam-se emissor e receptor.

A mensagem é o conjunto de informações transmitidas. O código diz respeito ao conjunto de sinais pelo qual a mensagem é enviada (a língua, por exemplo). recepção para que o nível básico de significado seja compreendido. De forma resumida temos seis componentes básicos para ue se dê a comunicação: 1) Emissor: aquele que emite a mensagem; 2) Receptor: aquele que recebe a mensagem; 3) Mensagem: o conjunto de informações transmitidas. Pode ser verbal (oral ou escrita) ou não verbal (abraço, beijo, sinais de trânsito). 4) Código: o conjunto de sinais utilizados para a transmissão.

Pode ocorrer por meio de signos (palavras) ou simbolos (a cruz, a bandeira… ). 5) Veiculo ou canal: o meio concreto pelo qual a mensagem é transmitida. Pode ser natural, subdividido em visual (fumaça), auditivo (trovão) ou artificial (filme, gravação, internet, etc. ). ) Contexto: situação em que a mensagem foi construída. Teoria da Comunicação Já no século V antes de Cristo, Aristóteles, em seu estudo sobre a comunicação e a retórica, ressaltava que devemos olhar para três elementos da comunicação: o emissor, o discurso e a audiência.

A maioria dos modelos atuais de comunicação é similar ao de Aristóteles, embora um pouco mais complexos. Em linhas gerais, podemos afirmar que todo ato de comunicação é emitido por alguém e tem por escopo a transmissão de uma mensagem que será decodificada por outrem. Uma segunda constata 30 diz res ito ao sistema de sinais que constitui o códi ter uma organização PAGF 10 deles advirá o sentido do texto. Este deve ser uma unidade autônoma, na qual clareza, coerência e precisão são qualidades necessárias à decodificação da mensagem.

Dialeto e registro As situações linguisticas são muito complexas. Em um panorama sucinto temos duas principais variações: Dialeto: as variações de uso regional, que se verificam na entonação, no vocabulário e em algumas estruturações sintáticas, caracterizando uma comunidade linguística dentro de um determinado espaço geográfico. Registro: as variações decorrentes de ajustes em função da situação contextual e do destinatário. Em consequência, podemos separar várias modalidades e níveis de língua: escrita, falada, jurídica, dos economistas, dos internautas, etc.

Língua falada e língua escrita Há diferentes modalidades e níveis da língua falada e escrita como segue abaixo: • Falada vulgar: não existe preocupação com a norma gramatical. É geralmente usada or essoas que não tiveram nenhum tipo de alfabetiza 10 ou correspondência intima. • Escrita formal: preocupada em seguir a norma gramatical igente, sendo utilizada na correspondência formal, em apresentações e livros. • Escrita literária: respeita as normas gramaticais, mas pode quebrar determinadas padronizações para obter o efeito estilístico desejado, unindo o conteúdo a uma forma inovadora.

Interferências na comunicação Ruído é tudo aquilo que interfere na comunicação. Erros de ortografia e manchas de tinta são ruídos que afetam um bilhete ou uma carta que você escreve. Uma letra pouco legível pode causar ruído involuntário numa redação num exame para um concurso; a qualidade deficiente da imagem pode ificultar a transmissão de uma aula à distância, por exemplo. Quando um professor tenta falar mais alto que seus alunos numa sala de aula lotada, está tentando compensar o ruido… literalmente!

Qualquer elemento de comunicação pode ser afetado pelo rudo. Outros exemplos de ruídos na comunicação: • Emissor e receptor não se conhecem bem. • Emissor e receptor não dominam o código. • Emissor e receptor não estão preparados ou autorizados a compartilhar a mensagem. • O canal apresenta falhas técnicas. • A mensagem não está bem elaborada. ?? O tema tratado na comunicação (referente) é delicado ou trata-se de uma situação comunicativa excepcional. com o grupo social a que pertencemos, com a região em que vivemos e com muitos outros fatores.

Os principais tipos de variação que as línguas apresentam são chamados de variações diatópicas, diastráticas e diafásicas. Variações diatópicas: são as diferenças regionais. Referem-se às diferenças apresentadas pelo modo de expressão local. Podem ocorrer tanto no vocabulário quanto na sintaxe. Variações diastráticas: referem-se aos diferentes grupos sociais. São variações de acordo com a faixa etária, o estrato social, o gênero, a profissão e assim por diante.

Variações diafásicas: estão relacionadas à situação comunicativa. Falamos de uma forma quando estamos entre amigos e de outra forma numa reunião de trabalho, por exemplo. Quando essas variações são mais ou menos constantes, são chamadas de variantes linguísticas. De um ponto de vista da sociolinguística, as diferentes variantes linguísticas não boas ou ruins, simples ou sofisticadas, pois todas formam sistemas linguísticos eficazes, atendendo finalidades diferentes.

Norma culta ou norma padrão A norma culta ou norma padrão constitui apenas uma das variantes linguísticas. É aquela que tem mais prestigio social e é utllizada na maioria das comunicações escritas, nos órgãos oficiais, nos meios de comunicação e nas empresas comerciais. A norma culta é aquela que obedece aos padrões das gramáticas e às normas de ortografia e acentuação fixadas no Acordo Ortográfico da Língua Portu uesa_ Muitas pessoas confu culta ou a norma padrão comunicaçao.

Gestão de Desenvolvimento Econômico Local O sistema do capital é caracterizado por uma tripla fratura ntre 1) produção e seu controle; 2) produção e consumo; e 3) produção e circulação de produtos (interna e internacional). O resultado é um irremediável sistema “centrifugo”, no qual as partes conflituosas e internamente antagônicas pressionam em muitos sentidos diferentes. No passado, em teorias formuladas do ponto de vista do capital, os remédios para a dimensão coesiva perdida eram, em seu conjunto, desejos conceitualizados.

Primeiramente por Adam Smith, como “a mão invisível” a qual, obrigatoriamente tornaria as intervenções políticas do Estado e seus políticos — explicitamente condenados por Smith como xtremamente prejudicial — completamente supérflua. Posteriormente, Kant ofereceu uma variante do “Espírito Comerciar’ de Adam Smith, defendendo a reallzação da “política moral” e (um tanto ingenuamente) esperando da ação do “Espírito Comercial” não apenas benefícios econômicos universalmente difundidos como, também, um politicamente louvável reino de “paz perpétua” no quadro de uma harmoniosa “Liga das Nações”.

Mais adiante, no ápice dessa linha de pensamento, Hegel introduziu a ideia da “astúcia da Razão”, atribuindo a ela o desempenho de uma função muito parecida ? mão invisível” de Adam Smith. Entretanto, em completo contraste com Adam Smith — e refletindo a situação muito mais dilacerada pelos conflitos de seu próprio tempo — Hegel atribuiu ao Estado nacional, diretamente, o papel totalizante/universalista da Razão nos assuntos humanos, desdenhando a crença de Kant em um reino vindouro de “paz perpétua”.

Também insisti niversal é encontrado no leis, suas disposições universais e racionais. O Estado é a Ideia Divina tal qual existe sobre a Terra”,6 já que, no mundo moderno, “o Estado, como imagem e atualidade da Razão, tornou- se objetivo”. Então, até mesmo os grandes pensadores que conceitualizaram estes problemas do ponto de vista do capital, puderam oferecer, somente, algumas soluções idealizadas das contradições subjacentes — isto é, para a tripla fratura, em última análise irreparável, mencionada acima.

Contudo, eles reconhecerem, pelo menos por inferência, a existência dessas contradições, ao contrário dos atuais apologistas do capital — como os representantes da “Direita Radical”, por exemplo — que nunca admitiram a existência de qualquer necessidade de cura substantiva em seu acalentado sistema. Dadas às contradições centrífugas internas de suas partes constitutivas, o sistema do capital somente poderia encontrar uma dimensão coesiva muito problemática na forma de suas formações nacionais estatais.

Estas corporificam a estrutura de poder do capital, o qual se provou adequadas ao seu papel através da ascendência histórica do sistema. Entretanto, o fato de que essa dimensão coesiva corretiva seja historicamente articulada na forma de estados nacionais, que estão longe de ser mutuamente benevolentes e harmoniosos, sem qualquer desejo de conformar-se ao imperativo kantiano de uma “paz perpétua” indoura, significava que o Estado, em sua realidade, está, na verdade, “infectado pela contingência” de várias maneiras.

Primeiro, porque as forças de destruição à disposição da guerra moderna tornaram- se absolutamente proibitivas, destituindo, dessa maneira, os estados nacionais de suas armas definitivas para solucionar os antagonismos internacionais mais abrangentes sob a forma de outra guerra mundial. Segundo, porque o fim da ascendência his mais abrangentes sob a forma de outra guerra mundial.

Segundo, porque o fim da ascendência histórica do capital colocou m primeiro plano o desperdício e destrutividade irracional do sistema no nível da produção, intensificando, assm, a necessidade de garantir novos escoadouros para os produtos do capital através da dominação hegemônica/imperialista sob condições nas quais o modo tradicional de impô-la nao pode mais ser considerado uma opção rapidamente disponível; não somente por razões estritamente militares mas, também, devido ao avassalador potencial nelas contido quanto a uma guerra comercial global.

E terceiro, porque a contradição, até a pouco velada, entre o irrefreável impulso expansionista do capital tendendo a uma integração global completa) e suas formações estatais historicamente articuladas — como estados nacionais afloram abertamente, destacando não apenas a concorrentes — destrutividade do sistema, como também sua incontrolabilidade. Não espanta, portanto, que o fim da ascendência histórica do capital no século XX traga consigo a crise profunda de todas as suas formações estatais conhecidas.

Atualmente, vemos ser oferecida a varinha mágica da globalização como uma solução automática para todos os problemas e contradições enfrentados. Esta solução é apresentada como uma novidade completa, como se a questão da globalização aparecesse no horizonte histórico somente há uma ou duas décadas com sua promessa de bondade universal, ao lado da outrora igualmente saudada e reverenciada noção da “mão invisível”. Mas, na realidade, o sistema do capital moveu-se inexoravelmente em direção ? “globalização” desde seu início.

Devido à irrefreabilidade de suas partes constitutivas, ele não pode considerar-se completamente realizado a não ser como um sistema global totalmente abrangente. É por essa raz onsiderar-se completamente realizado a não ser como um sistema global totalmente abrangente. É por essa razão que o capital procurou demolir todos os obstáculos que permaneciam no caminho de sua plena expansão e porque ele deve continuar a fazê-lo enquanto o sistema perdurar. Competências Municipais Competências são responsabilidades e encargos atribuídos a cada esfera governamental para realizar sua gestão.

São definidas na Constltuiçào Federal e, no caso dos municípos, detalhadas nas Leis Orgânicas. Há competências privativas de cada esfera governamental e as comuns e concorrentes. O município tem ampla autonomia para definir suas políticas e aplicar seus recursos, no caso das competências privativas ou exclusivas. Elas são definidas no art. 30 da Constituição Federal: a) legislar sobre assuntos de interesse local, expressão bastante abrangente, detalhada na Lei Orgânica. b) instituir e arrecadar impostos sobre serviços, predial urbano, transmissão intervivos de bens imóveis, varejo de combustíveis líquidos.

O município pode, ainda, regular matérias conforme peculiaridades locais, ou, em caso de omissão de outra esfera, não sendo competência exclusiva, preencher a lacuna. Nas áreas tradicionalmente objeto de políticas públicas, como assistência social, meio ambiente, habitação, saneamento, produção agropecuária, abastecimento alimentar, educação, saúde, o município tem competência comum com a União e o Estado, a ser exercida com a cooperação dessas esferas de poder, pela transferência de recursos, ou pela cooperação técnica.

Até hoje não regulamentadas, as fronteiras entre as esferas de poder permanecem indefinidas, resultando na superposição de atividades. Importante lembrar ue o capítulo da Ordem Social da Constituição assegura, de articipação da comun Ordem Social da Constituição assegura, de forma clara, a participação da comunidade e a gestão democrática. Mesmo sem definição clara, o município possui, portanto, muitas competências. O problema maior são os recursos.

Em um processo de descentralização desordenado, muitos encargos estão sendo transferidos sem os recursos. Estes dependem das chamadas transferências negociadas, que consideram a posição politica, o prestígio e a vinculação partidária dos prefeitos e parlamentares, cujas alianças se pautam, em grande parte, pelos interesses eleitoreiros e clientelistas. As receitas dos fundos de participação são distribu(das com critérios que concentram a renda tributária em poucos municípios, os de maior desenvolvimento económico.

As parcelas transferidas dlmlnuem com a recessão que reduz os recursos e com as políticas de ajuste fiscal que repassam parte dos recursos para fundos como o de Estabilização Fiscal. A administração dos municípios fica ainda mais precária com o desmonte, nos últimos anos, de agências técnicas federais e estaduais que lhe prestavam assistência. Na política neoliberal, a descentralização é, principalmente, a transferência a responsabilidade da execução e custeio de politicas para a famllia e a sociedade.

Em paralelo, mantém-se a transferência de subvenções sociais para entidades indicadas, com critérios pollticos-eleitorais, por parlamentares ou outras instâncias do poder, pulverizando recursos sem priorizar as necessidades da população. Assim, propor, formular e participar da gestão de alternativas de políticas públicas é enorme desafio para a sociedade civil. E só é possível tratando da distribuição e alocação dos recursos públicos e da composição do poder público.

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