Cilada

“Dramaticidade inexistente”, “sentimentos inverossímei<' e "personagens soltos na narrativa". Poderia ser mais uma cr[tica su-per cabeça para o novo filme de Lars van Trier. Mas não é. As palavras de efeitos especiais citadas acima são dirigidas a "Cilada. com", comédia romântica escrita e estrelada por Bruno Mazzeo. Sucesso de público, visto por mais de 2. 5 milhões desde a estreia, em 8 de julho, o longa-metragem que nasceu de um programa na TV a cabo é considerada, apenas pela crítica, ma das novas armadilhas do cinema brasileiro. A crítica tem que rever seus conceitos, pois se está me detonando não vem tendo o efeito esperado", rebate Mazzeo. "O filme está pronto, portanto não tem o que fazer com as opiniões negativas. Se to view nut*ge Se/ p to n ext page fosse no teatro, ok, p coisa no meu person cm ora de construtivo". Noss opiniões alheias sobr do Ri favor, mudar alguma so não vejo nada rebate, bem as nele. "Um dos jornais Rio mostra um bonequinho dormindo na poltrona, a cotação minima na crítica deles. Sugeri aos espectadores que rissem baixinho para não acordá-lo", brinca. Agora, se o filme fosse um fracasso de bilheteria e, somado a isso, eu desse conta das palavras negativas da imprensa, aí sim ficaria deprimido". Rotulado de neopornochanchada, mesma classificação concedida a outros filmes da "retomada" (mal vistos pela crítica e nem por isso menos assistidos pelo público), Cilada, o filme, conquistou plateia por misturar, tal e qual os ultimos campeões nacionais de bilheteria, ingredientes de rápida absorção, como diálogos levemente erotizados, cenas de sexo implícito e ironias da vida cotldiana. A critica trata do assunto de uma maneira pejorativa. Como se pornochanchada fosse ruim. Mas as pessoas gostam dessa fórmula, elas querem ver no cinema algo diferente da TV. Investi na pourralouquice romântica, pé na porta mesmo, com algumas piadas pesadas também. A televisão anda muito careta"

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