Processos organizacionais

Por ARNAUD VELLOSO PAMPONET Autor: Arnaud Velloso Pamponet, maio de 2009. O autor é Especialista em Auditoria pela Universidade Estadual do Ceará e Administrador de Empresas pela Universidade de Fortaleza. COMO ENTENDER OS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS 1.

Introdução O cenário mercadológico atual condiciona as empresas ? preocuparem-se con processos organizaci als, PACE 1 ar 3 funcionamento, visa to mercado e diferencia demais concorrentes e otimização dos adequação e e no segmento de Laquem-nas dos A área empresarial tem apresentado um interesse acentuado obre a mudança organizacional e vem desenvolvendo e aprimorando abordagens e metodologias destinadas ao realinhamento estratégico entre sua estrutura, objetivos e processos organizacionais.

Nesta concepção, este artigo tem por finalidade tratar de forma impar os aspectos principais relacionados à processos organizacionais, no âmbito teórico e prático, penetrando na raiz que favoreceu ao seu surgimento e permeando até a sua aceitação, consolidação estrutural e importância no atual, flexível e turbulento contexto empresarial, sem, contudo, pretender sgotar o assunto.

A idéia de processo tem estado presente nos textos e nas discussões sobre Administração de Empresas nos últimos anos. Essa idéia, entretanto, não é nova e tem suas raízes na tradição da “Escola Clássica da Administração”. Do ponto de vista didático, costuma-se dividir a Escola Clássica da Administração em dois pilares: a “Administração Cientifica” abordado e defendido por Frederick Taylor, e “Teoria Clássica da Administração” comandado por Henry Fayol.

Na Administração Científica, a ênfase estava olocada na tarefa que cada operário realizava (foco operacional), já na Teoria Clássica da Administração, a ênfase era posta na estrutura da organização (foco estrutural). Apesar das abordagens de Taylor (1970) e Fayol (1994) estarem delineadas ao aspecto produtivo, tanto do trabalhador quanto da empresa, já havia naquele tempo uma tímida noção e preocupação com processos organizacionais, bem como o in[cio de desenvolvimento da visão sistêmica e de particularidades que caracterizam uma estrutura por processos.

Dentre os princípios undamentais para Administração de uma empresa definidos por Fayol, e que são perfeitamente aplicáveis e devem ser considerados numa estrutura por processos, destaca-se: a divisão de trabalho, autoridade e responsabilidade, disciplina, ordem, iniciativa e espírito de equipe. As abordagens defendidas por Taylor e Fayol na Teoria da Escola da Administração eram limitadas, visto que viam a empresa como sistema fechado.

A partir do final da década de 80, a concorrência se tornou bem mais forte, principalmente em decorrência da globalização, e a complexidade das empresas aumentou de modo ensível, f PAGFarl(F3 decorrência da globalização, e a complexidade das empresas aumentou de modo sensível, fazendo com que a atividade de administração de uma empresa se tornasse bem mais difícil.

Tal mudança no ambiente mercadológico foi o estopm para o surgimento do conceito de sistemas, que apregoa a necessidade de considerar em todo e qualquer estudo as variáveis ambientais atuantes (externas à empresa), bem como analisar a instituição de forma global, levando em conta as inter-relações entre suas várias partes componentes.

A necessidade da visão sistêmica nas organizações, impulsionou naturalmente à entender a empresa como um conjunto de processos inter-relacionados e inter-dependentes, levando a administração à desvincular o foco que detinha no trabalho, departamento ou funções para o foco no gerenciamento dos processos de trabalho.

A iniciativa e prevalências das empresas na adoção de estruturas sistêmicas ou por processos também foi fortalecida com o notório e admirável esforço do Japão para reergue-se do devastamento sofrido na segunda guerra mundial, encerrada m agosto de 1 945, já que a estrutura funcional utilizada pelo país antes do desastre era inadequada às suas pretensões de prover eficiência e eficácia às suas linhas de produção.

Neste aspecto, as idéias inovadoras de Deming e Juran foram muito bem aproveitadas. O enfoque de Deming estava no controle e melhoria de processos, enquanto que a abordagem de Juran era baseada na formação de equipes de projeto para a resolução de problemas , um a um, melhorando a qualidade continuamente (MARANHÃO; MACIEIRA, 2004). PAGF3ÜF3

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