Relatorio de força centripeta

Laboratório de Física II Relatório 1 Força Centrípeta Verificar experimentalmente que a força centrípeta que age sobre uma partícula efetuando um movimento circular uniforme é diretamente proporcional a sua respectiva massa (M), ao quadrado da velocidade tangencial (V), e inversamente proporcional ao seu raio de giro (R). 2. Introdução Teórica A componente centri vetorial na direção d da direção do vetor v para o centro da traj OF3 te da aceleração (R indica a variação p tido apontando a). A componente centripeta da força resultante é a causa determinante de qualquer trajetória curva. ?? importante destacar que, a intensidade da componente centripeta da resultante é dependente da massa da partícula (m), da velocidade escalar com que a partícula faz a curva (V) e da geometria da cuma. Para m (massa) e R (ralo) constantes, a intensidade da componente centrípeta será proporcional ao quadrado da velocidade escalar: centripeta da resultante, suposta não nula, é continuamente normal à trajetória, ela nunca terá direção constante e, portanto nunca será vetorialmente constante. Das equações de movimento vertical uniformemente vanado e da lei fundamental da dinâmica temos: [PiC] (3)

Deduzimos que e em um sistema tracionado por uma massa e que esteja em movimento circular devido à força peso exercida por esta massa, a aceleração poderá ser calculada usando-se a seguinte relação (obtida de 3 e 4). Podemos transformá-la em uma função linear e usar a seguinte relaçao: 3. Materiais -Base de aço rotacional -Paquímetro -Trena (mm) -Suporte para massas (7,3g) -4 massas de log 4. Procedimento 4,92 1107 3,31 22,09 118,04 18,41 118,22 11,82 OBS: Tempos medidos para dez rotações Gráficol: Massa x Período? Coeficiente Linear 12,38 Coeficiente Angular 28,94 tg(teta) = fcentrípeta /4pi*raio

Calcular o teórico e comparar com o experimenta, calcular o erro (copia a equação do erro do outro relatório) 5. conclusao. Através dos cálculos, e da equação da reta, e desprezando as forças de resistência (do ar e atrito), conseguimos provar que a força centrípeta que age sobre o corpo em movimento circular é diretamente proporcional a sua massa, e ao quadrado da velocidade tangencial, e inversamente proporcional ao raio de giro do corpo. 6. Referências [1] http://v•uww. colegioweb. com. br/fisica/componente-centripeta Acessado pela última vez em 26/08/2010 [2] sears, F. , zemansky, M. H. D. , F[sica, vol. 1, Ed. 3

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