Bussines inteligence

Atenção para concluir o módulo e ir para o outro, você precisa de precisão mais de 90% sobre as questões do teste. Iniciar teste Módulos 1 . [ ]Discutindo Origens e Conceitos 2. [ ]Como iniciar um projeto de Bl 3. [ ]Ferramentas de Bl, plataformas e perfis de usuários 4. []Dificuldades par 5. [ ]Beneficios propl 9 6. [ em segmento Swap iew next page 7. []lntegração de Bl 8. ]Mercado e tend 1-Discutindo Origens e Conceitos de Bl A necessidade de cruzar e analisar informações para realizar uma gestão empresarial eficiente é uma realidade tao verdadeira quanto no passado o foi descobrir se a alta da maré iria propiciar ma pescaria abundante. O interesse pelo Business Intelligence (81) vem crescendo na medida em que seu emprego possibilita às corporações realizar uma série de análises e projeções, de forma a agilizar os processos relacionados às tomadas de decisão. ? o que defendia Howard Dresner, a quem se atribui a criação do termo, em 1989, quando era analista do Instituto Gartner. Assim como ele, os norte-americanos ganharam fama pelo desenvolvimento das modernas ferramentas de 31. Yves-Michel Marti, cientista, professor e fundador da Egideria, século XVI, a Rainha Elizabeth l, visando ocupar territórios onquistados, determinou que a base da força inglesa fosse “informação e comércio”. E solicitou ao filósofo Francis Bacon que inventasse um sistema dinâmico de informação, o qual foi amplamente aplicado pelos ingleses.

A evolução com a TI Do ponto de vista tecnológico, a era “pré-BI” situa-se em um passado não muito distante, algo entre trinta e quarenta anos atrás, anos 60 e 70 do século XX. Nessa época, os computadores, reduzidos, deixaram de ocupar salas gigantescas enquanto as empresas passavam a perceber os dados como uma possível e importante fonte para informações decisórias. Ainda não existiam, porém, recursos eficientes para a análise consistente desses dados. Era possivel reunir informações de maneira integrada com sistemas transacionais estabelecidos com predominância em dados hierárquicos.

Reunidas em blocos fechados de informação, permitiam uma visão da empresa, mas não ofereciam ganhos decisórios ou negociais. O panorama começou a mudar na década de 70, com o surgimento das tecnologias de armazenamento e acesso a dados – DASD (Direct Access Storage Device – dispositivo de armazenamento de acesso direto), e SGBD (Sistema Gerenciador e Banco de Dados), duas siglas cujo principal significado era o de estabelecer uma única fonte de dados para todo o processamento.

A partir dai, o computador passou a ser visto como um coordenador central para atividades corporativas e o banco de dados foi considerado um recurso básico para a vantagem competitiva. No início dos anos 90, a maioria das grandes empresas contava somente com Centros de Informação (Cl), que embora mantivessem estoque de gg grandes empresas contava somente com Centros de Informação (Cl), que embora mantivessem estoque de dados, propiciavam pequena disponibilidade de informação.

Mesmo assim, os CIS supriam, de certa forma, as necessidades dos tomadores decisão, ao fornecer relatórios e informações gerenciais. O mercado se tornava mais complexo e a Tecnologia da Informação aprimorava os softwares, que geravam informações não apenas mais precisas e como no momento adequado para definir ações que melhorassem o desempenho das empresas. Entre 1992 e 1993 surgiu o Data Warehouse, uma grande base de dados informativos, ou seja, um repositório único de dados consolidados, limpos e uniformizados. ? considerado por especialistas a peça essencial para um projeto de Business Intelligence. No entanto, as opiniões não são unânimes. Na avaliação de consultores é importante que a empresa que deseja implementar ferramentas de análise disponha de um repositório específico para reunir os dados já transformados em informações (questão detalhada no decorrer do curso).

Esse repositório não precisa ser, necessariamente, um Data Warehouse, mas algo menos complexo como, por exemplo, um Data Mart (banco de dados desenhado especialmente para assuntos ou áreas específicas). Ou mesmo um banco de dados relacional comum, separado do ambiente transacional (operacional) e dedicado a rmazenar as informações usadas como base para a realização de diferentes análises e projeções.

DO EIS ao Bl O desenvolvimento tecnológico que permitiu a criação de ferramentas para facilitar a captação, extração, armazenamento, filtragem, disponibilização e personalização dos dados levou as corporações a se interessarem pelas solu disponibilização e personalização dos dados levou as corporações a se interessarem pelas soluções de Bl de forma mais contundente, principalmente por volta de 1996, quando o conceito de Business Intelligence passou a ser difundido como ma evolução do EIS – Executive Information Systems, criado no fim da década 70 por de pesquisadores do MIT (Massachusets Institute of Tecnology-EUA).

O Executive Information System (EIS) é, na verdade, um software que fornece informações a partir de uma base de dados. A partir da consulta às bases de dados das funções empresariais, apresenta informações de forma simples e amigável, atendendo principalmente às necessidades dos executivos da alta administração. Permite o acompanhamento diário de resultados, ao tabular dados de todas as áreas da empresa e exibi-los de orma gráfica e simplificada, de fácil compreensão para usuários sem conhecimentos profundos de tecnologia.

A navegação é feta por meio de mouse ou “touchscreen” (tela sensível ao toque), o que nao requer prática nem habilidade ou assistência. O objetivo principal do EIS é oferecer ao seu usuário, rapidamente, uma visão gerencial da organização, mostrando como funcionam seus processos de trabalho e como ela se relaciona com o mundo externo – clientes e fornecedores. Com o passar dos anos, o termo Business Intelligence ganhou abrangência e abarcou uma série de ferramentas, como o próprio

EIS e as soluções DSS ( Decision Support System – sistema de suporte à decisão), Planilhas Eletrônicas, Geradores de Consultas e de Relatórios, Data Marts, Data Mining, Ferramentas OCAP (Online Analytical Process), entre tantas outras (definidas no módulo III). Todas buscam promo 4 gg Analytical Process), entre tantas outras (definidas no módulo III). Todas buscam promover agilidade comercial, dinamlzar a tomada de decisões e refinar estratégias de relacionamento com clientes.

A história do Business Intelligence está profundamente atrelada também ao ERP (Enterprise Resource Planning), os sistemas ntegrados de gestão empresarial cuja função é facilitar a operação das empresas. Esses sistemas registram, processam e documentam cada fato novo na engrenagem corporativa e distribuem a informação de maneira clara e segura, em tempo real. Mas as empresas que implementaram esses sistemas logo se deram conta de que apenas armazenar grande quantidade de dados de nada valia se eles se encontravam repetidos, Incompletos e espalhados em vários sistemas.

Percebeu-se que era preciso dispor de ferramentas que reunissem os dados numa base única e trabalhá-los de forma a permitir análises diferentes ob ângulos variados. por essa razão, a maioria dos fornecedores de ERP passou a embutir em seus pacotes os módulos de Bl, que se sofisticam cada vez. O impacto da Web Inicialmente, o Business Intelligence pertenceu ao domínio do pessoal de TI e especialistas em pesquisa de mercado, responsáveis pela extração de dados, implementação de processos e divulgação dos resultados aos altos executivos. O crescimento da Internet mudou tudo.

Se até então o conceito era levar informação a poucos funcionários para orientar as decisões, hoje, a rede permite disponibilizar soluções de Bl para um umero maior de pessoas. O comércio eletrônico também acelerou os negócios em diversos níveis. Some-se a isso o novo consumidor que se apresenta virtualmente. Para conhecer e at s OF gg apresenta virtualmente. para conhecer e atender a essas necessidades uma empresa precisa cada vez mais de agilidade comercial, capacidade de tomar decisões e refinar suas estratégias para os clientes – o mais rápido possível.

A necessidade de as organizações atingirem metas crescentes exigiu maior envolvimento corporativo maior e a democratização da informação. Internamente o BI não mudou exatamente de ãos, mas ganhou mais adeptos e principalmente mais cabeças pensantes com acesso às informações. O Business Intelligence passou a ser encarado como aplicação estratégica integrada, disponvel por meio de desktops, estações de trabalho e nos servidores da empresa.

Atualmente, corporações de pequeno, médio e grande portes necessitam do Bl para as mais diversas situações, da tomada de decisão à otimização do trabalho, redução de custos, previsão de crescimento e elaboração de estratégias. A maioria dos analistas considera OBI aplicável em todas as companhias, inclusive as de faturamento reduzido, desde que analisado o custo/ benefício. para que um projeto de Bl leve a empresa ao melhor desempenho, é preciso analisar dois fatores: quanto vai se gastar e o que se espera obter – ou seja, é necessário alinhar o projeto com os interesses e as estratégias da corporação.

No Brasil, soluções de Business Intelligence estão em bancos de varejo, em empresas de telecomunicações, seguradoras e em toda instituição que perceba a tendência da economia globalizada, em que a informação tem de chegar aos usuários de forma rápida, precisa e abundante porque a sobrevivência no ercado será medida pela capacidade de “gerar conhe 6 gg e abundante porque a sobrevivência no mercado será medida pela capacidade de “gerar conhecimento”. E somente uma boa gestão do conhecimento fundamenta políticas e estratégias eficazes.

O retorno de um sistema de Bl depende das prioridades de cada empresa. As ferramentas evoluem, refletindo potencial de crescimento do mercado. A velocidade imposta aos negócios pela Web exige que se dê, a quem decide, autonomia para agir. O Gartner reconheceu que o inicio do século 21 mudou a visão da aplicabilidade dos softwares. O que se pode imaginar para o uturo é muito menos o que podemos chamar de ferramentas e multo mais o que o mercado necessita com urgência: soluções. Os frutos do Bl Diversas empresas já colhem frutos das soluções de 31.

A General Motors do Brasil (GM) padronizou sua infra-estrutura de análise de dadoscom plataforma de Business Intelligence (31). São atendidas pela solução as áreas de Marketing e Vendas, focadas no processo ‘Order to DeliverY’, que reflete as informações desde um pedido até sua entrega ao consumidor; as áreas de Manufatura, Finanças e Compras, responsáveis pela compra de materiais indiretos, previsão de vendas de veículos demand sensing) e análises de vendas on-line e da performance de processos internos ligados ao consumidor final.

O uso da plataforma de Bl permitiu ainda, à GM, trocar informações entre seus escritórios em todo o país e entender melhor o perfil dos consumidores. Antes de fazer essa opção, a GM possuía vários processos e áreas dependentes de informações derivadas de diferentes negócios para tomar suas decisões.. Porém, na malona das vezes, eram projetos elaborados manualmente, com diferentes sistemas e planilhas, na maioria das vezes, eram projetos elaborados manualmente, om diferentes sistemas e planilhas, que não interagiam.

Havia a necessidade de estabelecer uma tecnologia para apoias às ações da empresa de maneira consistente e integrada. Foi, então, criada uma área especifica denominada ‘Executive Information Management’, com a missão de otimizar o potencial de uso da solução de 81. A implementação das soluções ficou a cargo da área “Executive Information Management”, criada especialmente para o projeto. Inicialmente atendia a cerca de 20 pessoas e hoje conta com mais de 600 usuários, entre analistas, supervisores, coordenadores, gerentes e diretores.

Trabalha com as soluções MicroStrategy Intelligence Server, OLAP Server, Narrowcast, Web Analyst e Desktop Analyst. A mais recente aquisição foi a plataforma de BI totalmente integrada e baseada na Web. Outro benefício é a facilidade na criação de relatórios. A GM obtém qualquer informação do sistema e com mais rapidez e conta com maior facilidade para o cruzamento dos dados existentes, como por exemplo filtros por região, tempo ou modelos dos veículos comercializados.

Assim, os executivos sabem pelos os relatórios eletrônicos quanto foi vendido no dia anterior. para omportar todas essas informações, a GM possui vários bancos de dados de portes médio e grande que constituem Datamarts especializados. Webcast Lançamentos da Revolução Si.. . -31 de Março 14. 30 nesse recurso? Quais sistemas e soluções devem ser empregados? Quais profissionais devem ser envolvidos nessa tarefa? Essas e outras questões são difíceis de responder porque não existe uma fórmula única e que sirva para todas as corporações.

Em tese, o atual nível de competitividade exige que todas as empresas, indistintamente, consigam responder rapidamente e acertadamente às solicitações do mundo dos negócios. Nesse sentido, todas deveriam contar com instrumentos que as ajudassem a identificar tendências do mercado e os hábitos dos consumidores, para fazer previsões e traçar planos de ação no menor tempo possiVel. No entanto, existem alguns fatores que devem ser considerados antes de se partir para adoção e implementação de ferramentas de Bl.

O primeiro passo consiste em Identificar as reais necessidades da empresa, especialmente as das áreas de vendas e marketing e, posteriormente, de finanças, que costumam ser os patrocinadores mais fortes das iniciativas de BI. Ou, no caso a geração de indicadores de desempenho, todas as principais áreas da companhia. Também deve ficar claro que apesar desses projetos envolverem o uso de ferramentas e soluções de Tecnologia da Informação, é importante entender que Business Intelligence é um projeto de negócios e por isso deve estar alinhado à estratégia global da corporação.

Esse tipo de iniciativa exige o envolvimento dos profissionais das áreas de negócios, que serão seus principais usuários, e essa participação deve ocorrer desde a fase de concepção até ? implementação efetiva das soluções. Dependendo do projeto, ambém podem ser envolvidos diretamente os profissionais da alta gerência. Caberá à área de TI verificar a podem ser envolvidos diretamente os profissionais da alta gerência.

Caberá à área de TI verificar a viabilidade de aquisição de ferramentas que se mostram mais adequadas ao projeto e às possibilidades de integração com os sistemas já instalados na empresa. É aconselhável integrar todos os sistemas transacionais (operacionais) utilizados antes de se iniciar a implementação de um projeto de BI, considerando os dados vindos de diversas fontes como: mainframes, bancos de dados relacionais, ervidores, estações cliente, dispositivos móveis (notebooks, PDAs, telefones celulares etc), call centers, entre outros.

Mas o pré-requisito fundamental para o sucesso da iniciativa é entender a cadeia de valor da informação para a corporação como um todo. Planejamento e metas Embora muitas empresas ainda considerem o planejamento como uma tarefa inútil, que consome tempo e não leva a resultados efetivos, a realidade tem comprovado justamente o contrário. Saber planejar é essencial para evitar gastos desnecessários em recursos, tecnologia e em tempo dos profissionais.

Na verdade, há dois tipos de planejamento mportantes, intimamente relacionados e úteis para a definição e a execução bem-sucedida de um projeto de Bl: o Planejamento Estratégico Corporativo (PEC) e o Planejamento Estratégico da nformaçao (PEI). O Planejamento Estratégico Corporativo enfatiza as oportunidades, os riscos, os pontos fortes e fracos da empresa, tanto em relação ao seu ambiente interno quanto ao externo. É por meio desse procedimento que são traçadas as principais metas e as estratégias para alcançá-las. Feito isso, poderão ser utilizadas metodologias específicas ara fornecer os indicadores d 0 DF 99

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