Microeconomia – racionalidade económica do comportamento da comissão europeia

“Prepare a apresentação de argumentos que suportam a racionalidade económica do comportamento da Comissão Europeia”. A noção de concorrência perfeita constitui uma das hipóteses centrais do modelo neoclássico. Caracteriza-se por ser um tipo de mercado onde regista-se um grande número de vendedores (empresas) e de compradores, de tal maneira que uma empresa, isoladamente, por ser insignificante, não afecta os nfileis de oferta do mercado e, que também não é al ra OF4 mercado, para haver uii’* condições: reco de equilíbrio, res.

Neste tipo de Sá que se respeitem 5 • Grande número de compradores e vendedores, sendo ue este últimos são de dimensão semelhante e onde nenhum deles consegue influenciar a determinação do preço do bem; • Homogeneidade do produto, onde estes são estandardizados e não existe grande diferenciação entre os produtos oferecidos pelas empresas na hora do comprador optar por um produto; • Inexistência de barreiras à entrada e saida de empresas no mercado, cada uma é livre de entrar e sair; • Transparência dos Mercados, onde os vendedores e os compradores dispõem de uma informação perfeita e gratuita sobre as condições de mercado e, nomeadamente sobre os os factores de produção devem poder a todo o momento, eslocar-se do mercado de um produto para outro. No que toca ao monopólio, por sua vez, é como se denomina uma situação de concorrência Imperfeita, em que uma empresa detém o mercado e um determinado produto ou serviço, impondo preços aos que comercializam.

Neste tipo de mercado não há substitutos perfeitos (exemplo a EDP), os custos fixos são muito elevados e os custos variáveis ou marginais são multo próximos de zero. Também se caracteriza-se pela existência de barreiras na entrada de concorrentes pois este modelo leva a que haja uma empresa que detenha a quota de mercado. Também podemos estar perante uma concorrência monopolística, que é um dos casos de concorrência Imperfeita. É uma estrutura de mercado em que são produzidos bens diferentes, entretanto, com substitutos próximos passiveis de concorrência. por causa desta substituibilidade imperfeita, os oferecedores podem considerar que beneficiam de uma procura própria e comportar-se a curto prazo como um monopolizador na determinação dos seus preços.

A longo prazo, devido ao efeito do livre arbítrio no mercado, o sobre lucro desaparece e cada firma trabalha com a capacidade de produção excedentária. O processo que agora se conclui foi iniciado em Dezembro de 1998 com uma queixa da Sun Microsystems sobre a recusa da Microsoft em fornecer informação suficiente para garantir a comunicação das suas aplicações com os sistemas operativos Windows, suficiente para garantir a comunicação das suas aplicações com os sistemas operativos Windows, o que impedia a Sun de competir de forma igual no mercado de sistemas operativos para servidores. Após o início da investigação a Comissão Europeia concluiu que havia mais empresas prejudicadas, e em 2000 alargou a investigação ao domínio da plataforma de media

Windows Media Player nos sistemas operativos da A Microsoft foi a pioneira no desenvolvimento de sistemas operativo e como tal era a única empresa no sector em que operava, estando assim inserida num mercado monopolista. Contudo com o avançar do tempo e das tecnologias, outras empresas começaram a entrar neste mercado, embora sem grande sucesso, e assim nunca representaram grande ameaça ? Microsoft. Nos últimos anos, verificou-se grandes apostas neste sector e algumas empresas começaram a afirmar-se no mercado, como é o caso da Apple Macintosh e da Sun Microsystems. Começando deste modo uma mudança de mercado. De onopolista para concorrência perfeita.

Estando atenta ? situação, a Microsoft tem vindo a optar por estratégias que lhe permitem continuar a dominar o mercado, como é o exemplo a tentativa de compra da Yahoo por parte da Microsoft. Visto já se encontrar num mercado de concorrência perfeta, dois dos argumentos principais que a Comissão Europeia apresenta contra a Microsoft é a falta de divulgação de informação e que ela está a impedir a interoperabilidade por não adoptar os standards d 3 divulgação de informação e que ela está a impedir a interoperabilidade por não adoptar os standards da indústria o IE. Como foi referido anteriormente, a disponibilização de informação é uma característica da concorrência perfeita, característica esta que a Microsoft não tem vindo a respeitar, segundo a União Europeia.

Acrescentando ainda que a União Europeia pede apenas a partilha de informação em termos razoáveis, nomeadamente através da integração do Internet Explorer (IE) no Windows e a separação do IE do Windows (“No prazo de 120 dias a Microsoft será assim obrigada a revelar ? concorrência mais dados sobre os interfaces de comunicação entre as aplicações e os seus sistemas operativos, enquanto que entro de 90 dias a empresa deverá oferecer uma versão do Windows sem o Windows Media Player integrado[2]”) Concluindo, a Microsoft encontra-se em concorrência perfeita daí ter a obrigatoriedade de divulgar a documentação técnica necessária que lhe é exigido. Sendo assim, a multa que lhe foi atribuída tem razão de ser, cabendo então a Microsoft cumprir os seus deveres perante os consumidores e a Comissão Europeia. Bibliografia • http:h’www. wikipedia. org/ • http://tek. sapo. pt/noticias/ • www. microsoft. com/pt/pt/default. aspx [1] http://tek. sapo. pt/noticias/ [2] http://tek. sapo. pt/noticias/ 4DF4