Redes de computadores

GUSTAVO THEODORO LASKOSKI PADRÕES DE CABEAMENTO ANSI/TIA/EIA-568 Trabalho referente à disciplina de redes de comunicações 1 do Curso Superior de Tecnologia em Eletrônica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e realizado pelo aluno Gustavo Theodoro Laskoski. Orientado pelo Dr. Jean Ca los Cardozo. CURITIBA DEZEMBRO 2005 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 – CABO sc RESPECTIVAMENTE , ÓPTICA MONOMOD 07 FIGURA 3 – TOPO HIERARQUICA OF p FIGURA 2 – FIBRA URA 4 – TOMADA DE TELECOMUNICAÇOES MULTIUSUARIO ……….. g FIGURA 5 – PONTO DE CONSOLIDAÇÃO 10 FIGURA 6 – CONECTOR PARA PAR TRANÇADO DE FIBRA OPTICA DUPLEX SFF SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ….. 12 FIGURA 7 – CONECTOR ….. 05 2 CABOS RECONHECIDOS PELO PADRAO horizontais de par trançado 06 2. 2 Cabos de backbone de par trançado fibra óptica . 07 3 RECOMENDAÇÕES PARA CABEAMENTO …. 06 2. 1 cabos . 06 2. 3 cabos de 7 3. 1 Cabeamento Horizontal . 07 3. 2 Cabeamento de Backbone — 08 3. 3 Cabeamento em escritórios abertos . … 09 3. 4 Cabeamento de fibra óptica centralizado — 10 4 REQUISITOS PARA A INSTALAÇAO DOS de conexão CABOS … 1 4. 1 Raio de curvatura para cabeamento de par trançado 11 4. 2 Raio de curvatura para cabeamento de 2 4. 3 Tomada de telecomunicações para par trançado — 12 4. 4 Tomada de telecomunicações para fibra óptica …………………………………. 13 4. 5 Terminação de hardware ….. 13 5 PARÂMETROS PARA TESTE DE CABEAMENTO . 14 5. 1 Requisitos para testes de fibra óptica ……………………. 15 5. 2 Medição de links horizontais 15 5. 3 Medição de links de backbone de links de fibra óptica centralizados 15 5. Equação para atenuação de 15 5. 4 Medição …. 16 6 CONCLUSAO „ links . 18 5 1 INTRODUÇAO 20F 5 1 INTRODUÇÃO A padronização de cabeamento tem contribuido para o esenvolvimento e a expansão das redes de comunicações. Esses padrões são utilizados desde 1 995 e tem contribuído para a interoperabilidade de redes. Esses padróes são determinados principalmente pela TIA (Telecommunlcations Industry Association) e EIA (Electronic Industries Aliance), sendo o padrão TIA/ElA-568-A e TIA/ElA-569-A, os mais utilizados em redes.

Eles determinam respectivamente o padrão para cabeamento, espaços e caminhos de telecomunicações em prédios comerciais. Esse padrão está sendo substituído gradativamente pelos padrões 568-8. 1, 8. 2 e 8. 3. As organizações TIA e EIA são mericanas, por esse motivo o padrão TIA/EIA-568A está de acordo com o padrão ANSI, porém não seguem as normas internacionais. Já os novos padrões estão mais próximos das normas internacionais (ISO). O padrão ANSI/TlA/ElA-568-B. determina os requisitos gerais para cabeamento e testes de campo em sistemas de cobre e fibra óptica. O padrão 568- 8. 2 trata de requisitos para cabeamento e conectores para sistemas com cobre. E o padrão 568-8. 3 refere-se à padrões de cabeamento e conectores para sistemas com fibra óptica. Esses novos padrões permitem a instalação de redes formadas por abos de cobre e fibra óptica com largura de banda mais elevada. 6 2 CABOS RECONHECIDOS PELO PADRÃO 2. 1 cabos horizontais de par trançado De acordo com o padrão ANSI/TWElA-568-B. podem utilizar os cabo de par trançado isolado (ScTP) ou par trançado sem blindagem (UTP) de 1000 de quatr 30F trançado sem blindagem (UTP) de 1000 de quatro pares de 22 e 24 AWG. FIGURA 1 – CABO SCTP E UTP RESPECTIVAMENTE para cabeamento UTP são reconhecidas as duas categorias: categoria 5e: para cabos CITP de 1000 e transmissao de 100 MHZ. Categoria 3: para cabos UTP de 1000 e transmissão de 16 MHz. Também é possível utilizar fibra óptica multimodo de 62. 5/125pm ou 50/125vm em cabeamentos horizontais, desde que o cabos de fibra óptica estejam de acordo com o padrão ANSI/TlA/ElA-568- 8. . 2. 2 Cabos de backbone de par trançado No cabeamento de backbone é disponibilizado vários padrões pela norma, pois o backbone suporta um grande número de serviços. Sendo os principais: cabo de par trançado ANSIÃlA,’ElA-568-B. 2 de IOOQ. cabo de fibra óptica multimodo padrão ANSI/TIA]EIA-568-B. 3. Cabo de fibra óptica monomodo padrão ANSI/TlA/ElA-568-B. 3. 7 2. 3 Cabos de fibra óptica Os cabos de fibra óptica são eterminados pelo padrão ANSI/TlA/ElA-568B. 3, são eles: Fibra óptica monomodo. Fibra óptica multimodo de 62. 5/125pm ou 50/125pm.

FIGURA 2 – FIBRA OPTICA MONOMODO Também é possível utilizar as fibras individualmente ou uma combinação delas, desde que estejam de acordo com o padrão ANSI/TlA/ElA-598-A. 3 RECOMENDAÇÕES PARA CABEAMENTO 3. 1 Cabeamento Horizontal Para cada estac o é recomendado no 4 13 estar ligado à um cabo de quatro pares de 1000 categoria 5e de acordo com o padrão ANSI/TlA/ElA/-568-B. 2; ou um cabo de fibra óptica multimodo. 8 Os limites são baseados de no comprimento do cabo a partir a terminação da estação central de telecomunicações até o conector localizado na área de trabalho.

Os limites são: O comprimento máximo permitido é de 90 m, independente do meio. O comprimento total para cada canal horizontal, Incluindo cabos na área de trabalho, patch cable, jumpers e equipamentos na sala de telecomunicações não deve exceder 10 metros, com exceção se for utilizado tomadas multiusuários. Recomenda-se que os patch cable e jumpers em conexão horizontal , incluindo conexões cruzadas horizontais e com backbones e outros equipamentos não deve exceder 5 metros. 3.

Cabeamento de Backbone Esse cabeamento de backbone deve seguir a topologia de estrela hierárquica, cada conexão cruzada horizontal é conectada diretamente ou por uma conexão horizontal intermediária à conexão horizontal principal. FIGURA 3 – TOPOLOGIA ESTRELA HIERÁRQUICA Não deve existir mais de dois niveis hierárquicos no cabeamento de backbone. As conexões entre duas conexões horizontais devem passar no máximo por três instalações de conexões horizontais. Derivações de ve ser usado no 3 suporta aplicações de até 16 MHz, e categoria Se de 100MHz deve ser limitado a um total de 90 m.

Sendo permitido adicionar 5 metros em cada extremidade que estiver conectado ao backbone. O comprimento máximo de patch cables e de jumpers de conexão horizontal em conexões horizontais intermediárias e principais não deve ultrapassar 20 metros, e para conectar equipamentos de telecomunicações diretamente a conexões horizontais intermediárias e principais não deve passar de 30 metros. 3. 3 Cabeamento em escritórios abertos Em escritórios abertos pelo fato de que o ambiente é frequentemente reorganizado, existem configurações que permitem reorganizar o ambiente sem atrapalhar a configuração dos cabos.

Uma solução é utilizar as tomadas de telecomunicações multiusuário. FIGURA 4 – TOMADA DE TELECOMUNICAÇÕES MULTIUSUÁRIO As tomadas devem estar instaladas em lugares fixos e de fácil acesso, podendo atender no máximo 12 áreas de trabalho. Os cabos que estão conectados nas tomadas multiusuário devem ser conectados diretamente ao equipamento de trabalho e identificados por uma etiqueta em ambas extremidades conforme sua aplicação. Outros requisitos como comprimento dos cabos da área de trabalho devem ser considerados. 10 Outra solução é utilizar pontos de consolidação.

Esse quipamento se difere dos conectores multiusuário pois necessitam de uma conexão adicional para cada lance de cabo horizontal. FIGURA 5 – PONTO DE CONSOLIDAÇÃO os pontos de consolidação devem ser instalados em lugares fixos de fácil acesso, não podendo ser conectados diretamente em equipamentos ativos. Assim como as tomadas multiusuários podem ser conectados à doze áreas de trabalh 6 OF podem ser conectados à doze áreas de trabalho distintas. Nesse equipamento é recomendado utilizar conexões horizontais e deve ser instalado de acordo com a norma ANSI/TIA/EIA-568-B. e classificado para 200 ciclos de reconexão. . 4 Cabeamento de fibra óptica centralizado Esse cabeamento é utilizado em redes de dados com equipamentos eletrônicos centralizados, geralmente são instalados na sala de telecomunicações e se estendem à área de trabalho por cabos pull-through, devendo obedecer alguns parâmetros: O cabo pull-through deve ter comprimento máximo de 90 metros e atender aos mesmos parâmetros de cabos ópticos horizontais, ANSI/TlA/ElA-568-g. 3. A instalação deve ser limitado a um comprimento total de 300 metros, incluindo o comprimento de patch cables e backbone.

O gerenciamento de mudanças deve er feito na conexão horizontal central. 11 As instalações de cabeamentos centralizados devem estar localizadas no mesmo prédio. O projeto de cabeamento centralizado deve permitir a migração total ou parcial para um cabeamento horizontal, sendo necessário deixar espaço suficiente na sala de telecomunicações para permitir essa migração. 4 REQUISITOS PARA A IN 3 CABOS os cabos e em repouso quando o cabo Já esta devidamente instalado. Devendo seguir as seguintes condicões: Cabeamento Horizontal: o raio mínimo de curvatura (sem carga) para cabos UT? e quatro pares deve ser maior que 4 vezes o iâmetro do cabo, e para cabos ScTP de quatro pares deve ser maior que 8 vezes o diâmetro do cabos. Cabeamento de backbone: o raio mínimo de curvatura sem aplicação de carga deve ser dez vezes o diâmetro do cabo. A tensão máxima aplicada sobre os cabos IJTP de 4 pares é de 1 ION, e para cabos de backbone recomenda-se utilizar os parâmetros do fabricante. Outro fator extremamente importante durante a instalação é o aterramento de cabos ScTP.

Um bom aterramento ajuda a reduzir o n[vel de interferências (EMI) e tensões induzidas. O aterramento deve seguir os requisitos ANSI/TIA/EIA-607; a lindagem do cabo ScTP deve ser ligado no barramento de aterramento de telecomunicações (TGB), e as temsão medida entre a blindagem e a tomada de energia nao deve ultrapassar 1 V(RMS). 12 4. 2 Raio de curvatura para cabeamento de fibra óptica Cabeamento horizontal: o raio de curvatura mínimo de um cabo de fibra óptica horizontal de 2 a 4 fibras sem carga é menor que 25 mm.

Quando estiver com uma carga de tensão máxima de 222N o raio de curvatura mínimo é de 50 mm 80F aplicação de tensão para instalações internas e entre edificlos recomenda-se no mínimo 20 vezes o diâmetro externo do cabo uando estiver sob uma carga de tensão até sua capacidade máxima. 4. 3 Tomada de telecomunicações para par trançado Os conectores para cabos de UTP e ScTP de 1000 devem atender aos requisitos do padrao ANSI/TWElA-568-B. 2 e a instalaçao deve seguir o padrão ANSI[TIA/EIA-570-A.

As atribuições de pinos e pares devem estar de acordo com a seguinte figura: FIGURA 6 – CONECTOR PARA PAR TRANÇADO 13 4. 4 Tomada de telecomunicações para fibra óptica Os conectores de fibra óptica devem estar de acordo com os parâmetros de desempenho do padrao O projeto com conectores de fibra óptica deve estar de acordo com documentação Fiber Optic Connector Intermateability Standart (FOCIS) do padrão TIA. O conector e adaptador multimodo deve ser identificado pela cor bege, e para fibra monomodo deve estar na cor azul. 4. Terminação de hardware de conexão Os seguintes parâmetros devem ser seguidos para não prejudicar o desempenho de transmissão. Para cabos de par trançado deve-se seguir os requisitos: Para retirar a capa do cabo deve seguir as instruções do fabricante. A terminação de cabos de categoria 3 deve ter as tranças dos pares numa distância menor que 75 mm a partir do ponto de terminação. A terminação de cabos de categoria 5e e categorias superiores deve ter a tranças dos pares à uma distância menor que 13 mm a partir do ponto de terminação.

Para cabos de fibra óptica deve-se seguir os seguintes requisitos: Cada segmento do cabeamento deve estar configurado de tal forma que as fibras de número ímpar fiquem conectadas com as fibras de número par de outro segmento em ambas extremidades. para os conectores de fibra óptica SFF a polaridade dos pinos deve ser 1 e 4 respectivamente e para o par reverso a ordem é 2,1 ,4,3 respectivamente. FIGURA 7 – CONECTOR DE FIBRA ÓPTICA DUPLEX SFF 4 5 PARÂMETROS PARA TESTE DE CABEAMENTO os principais parâmetros de teste são: Mapa de fios: tem a finalidade de verificar a terminação de cada pino em cada extremidade, a conectividade.

Além de verificar para cada condutor a continuidade, curto entre os condutores, pares divididos, transpostos einvertidos. Comprimento: define a partir do comprimento físico o atraso do de propagação dos sinais. Perda por inserção: é a medida de perda dos sinais no canal, sendo determinado pela soma das perdas de inserção dos hardwares de conexão, do segmento do cabo e dos equipamentos e patch cables. 0 DF 13